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A realidade é dura: o custo de vida no Chile aumentou, e o valor pago pelo seguro de cesantía muitas vezes não cobre nem o básico — aluguel, alimentação e contas.
Então, quando um trabalhador é demitido e recebe o seguro, ele busca formas de complementar essa renda.
É aí que entra o trabalho informal: freelas, bicos, serviços pontuais ou até mesmo funções constantes “por fora”, sem contrato, sem boleta, sem declaração.
O trabalhador é demitido por necessidade da empresa, término de contrato ou outra causa involuntária.
Solicita o Seguro de Cesantía na AFC, com base na conta individual (CIC) ou no fundo solidário (FCS).
Começa a receber parcelas mensais, conforme o tempo e saldo disponível.
Enquanto recebem o seguro, algumas pessoas:
Fazem freelas informais (sem boleta, sem contrato)
Trabalham como autônomos pagos em dinheiro ou transferência
Evitam emitir boleta de honorários durante esse período
💡 Objetivo: gerar renda extra sem que o sistema detecte que voltou a trabalhar.
Essas pessoas geralmente:
Não registram nova renda no SII (Serviço de Impostos Internos)
Não usam RUT ou boleta de honorários
Evitam emitir fatura ou nota que comprove atividade econômica
Às vezes, recebem via conta de terceiros para esconder movimentações